Ah, a Internet!

Ah, a Internet!

                                                                                                                          Imagem: FHM



Nem contei pra vocês a minha última grande aventura online! Foi há uns seis meses, quando eu descobri a existência do Chatroulette. Vocês conhecem? É um site que arruma pessoas pra você conversar via vídeo e voz na internet, de maneira totalmente aleatória. Eu fiquei fascinada com as possibilidades quando me contaram e não perdi tempo, acessei no mesmo dia.

Como era minha primeira vez, não sabia muito bem o que esperar, peguei um chardonnay gelado e sentei na frente do notebook toda arrumadinha, com cabelos soltos, caindo pelos ombros, mas sem tapar meu generoso decote, claro. Ou vocês achavam mesmo que eu perderia a chance de me exibir para um completo desconhecido?

Primeiro apareceu um menino de 12 anos, melhor não. Cliquei em next. Apareceram duas amigas, meio novinhas também. Até poderia ser, mas fiquei tentada a ver o que mais o Chatroulette me proporcionaria. Next. Apareceu um rapaz moreno, nariz grande, boca fina, olhar curioso. Me deu oi em inglês e eu respondi perguntando de onde ele era. Era francês e se chamava Luc. Tinha 35 anos e, como eu, entrou no site pelo mesmo motivo: curiosidade de principiante.

Conversamos um pouco e fiquei sabendo que ele era vendedor de uma indústria farmacêutica, que apesar de ser francês estava em um hotel em Londres e que estava frio demais pra sair, ainda mais sozinho. Eu contei pra ele que estava em casa, morava sozinha e era escritora. Ele perguntou o que eu escrevia e eu contei dos meus livros e do meu hobby preferido, escrever minha coluna aqui no Bella da Semana. Ele ficou interessado e me perguntou mais sobre o assunto. Mandei o link do site pra ele e a primeira pergunta que ele fez foi se eu já havia fotografado. Eu disse que não e ele ficou muito desapontado.

´Mas nada impede de você ter um vídeo de making of feito especialmente pra você...´. Foram palavrinhas mágicas pro francês. Eu me levantei, peguei o controle remoto, liguei o som e o CD do Portishead começou a tocar. Já não ouvia mais o que ele dizia, só prestava atenção à imagem para ter certeza de que estava enquadrada. Eu estava com um vestidinho azul, bem à vontade. Curto, justo nos seios e rodado. Ele conseguia me ver quase inteira, da cabeça aos tornozelos.

Comecei a dançar, mexendo meus quadris devagar, sentindo a música, alisando meu corpo por cima da roupa. Virei de costas pro notebook e passei as mãos no meu bumbum enquanto o empinava, por cima do vestido e o puxando de vez em quando, mostrando uma nádega vez ou outra. Voltei pra perto do computador, aproximei meus seios da câmera enquanto os apertava e apalpava com as minhas mãos pequenas, que mal dão conta de segurá-los inteiros. Nessa hora pude ver que ele já estava se tocando, se enquadrando de modo que eu podia ver que ele estava duro de tesão.

Filmando só da cintura pra cima baixei um ombro do vestido, depois baixei o outro, sem mostrar os seios virei de costas devagar, dei três passos, olhei pra trás e levei o vestido até os tornozelos, apontando meu bumbum pra câmera e mostrando minha calcinha preta fio dental. Levantei devagar, passando a mão pela parte de trás da coxa, alisando minha bunda, rebolando ao som da música. Eu agora estava só de calcinha e aproveitei que quem comandava o show era eu, pra fazer um mistério antes de mostrar os seios. Brinquei com a calcinha, apertei meu bumbum, mostrei ao francês a ginga que a mulher brasileira tem.

Virei de frente e fui mais perto, pra que ele pudesse ver em detalhes meus seios, meu mamilo rosado, a forma como ele se molda à mão. Apertei meus biquinhos e encarei o Luc. Mesmo estando em outro continente, eu sentia a energia sexual fluindo entre nós dois. Estava já muito excitada com aquele desconhecido se masturbando pra mim. Me afastei do computador, brinquei um pouco com os elásticos da calcinha, fazendo ela roçar no meu clitóris, me dando um aperitivo do que logo me proporcionaria. Nessa hora me dei conta de que se eu queria continuar meu show mas me divertir muito também, ia precisar ficar mais confortável. ´Luc, vem comigo´. Peguei o notebook no colo e levei até o sofá que fica ao lado. Mirei a câmera pra cima de modo que ele me visse tirando a calcinha de perto.

Estava nua e toda molhadinha. Me toquei e fiquei arrepiada. Ele me olhava com atenção, enquanto eu via que seu pinto pulsava. Coloquei um pé no sofá e nessa hora ele pode me ver todinha. Eu estava toda depilada e ele tinha visão de cada dobrinha minha. Comecei a me massagear devagar, com um dedo, passando de leve por cima do clitóris. Eu gosto de começar devagarinho e ir aumentando a intensidade aos poucos, até pegar um dos meus vibradores e urrar de tesão. Mas dessa vez eu decidi que seríamos só eu e Luc.

Deitei no sofá e abaixei a tela do notebook, assim era como se ele estivesse deitado entre as minhas pernas. Brinquei com um dedinho, dois, coloquei um dentro, depois dois... Estava muito molhada e minha mão deslizava pra dentro e pra fora tranquilamente. Coloquei o terceiro dedo e aí a intensidade do meu movimento era maior. Vi que nessa hora o Luc também começou a caprichar mais nos movimentos dele também. Eu gemia alto enquanto minha mão entrava, saía e pressionava meu ponto G. Quando senti que estava quase gozando, mantive o dedo indicador dentro, pressionando, e com o polegar estimulei meu clitóris.

Foi tiro e queda, gritei de tesão. Fiquei tão fora do ar que chutei o notebook pra fora do sofá. A notícia boa é que o tapete é fofo e não aconteceu nada com o computador. A má é que nesse acidente, o Internet Explorer fechou e eu nunca mais vi o Luc...



Stephany



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