Massagem mais que relaxante

Massagem mais que relaxante

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Era o típico caso de ´acordei com o pé esquerdo´. Primeiro, pra que tanta chuva, senhor do céu? Era o próprio dilúvio acontecendo. Acordei atrasada, não consegui tomar da café da manhã direito, fui tomar banho e escorreguei no box, só pra começar. Depois, com dor na lombar pelo quase-tombo, tive que abrir o portão de casa no braço porque a chuva causou algum tipo de curto-circuito nele. Pra continuar com pouca zica, lógico que por causa da chuva o trânsito estava infernal, não tinha lugar pra estacionar e eu cheguei mais de meia hora atrasada na reunião com a editora.

Saí do encontro esgotada e ainda não era nem meio-dia. Alguma coisa precisaria ser feita para:

1) fazer minhas costas pararem de doer;
2) relaxar.

Meu humor estava tão ruim que decidi passar numa farmácia e comprar tudo o que o farmacêutico achasse conveniente para o meu caso. Por azar (agora acho mais que foi sorte), um imbecil havia me prendido na vaga onde estacionei. Não tinha jeito de tirar o carro de lá! Entrei bufando no primeiro lugar que vi e, vejam só!, era um Day Spa.

O recepcionista, um rapaz magro e alto de uns 24 anos, pele branca e olhos verdes, me disse sorrindo: olá, posso ajudá-la?. Foi um choque de realidade aquela simpatia toda perto do meu drama pessoal. Eu estava começando a formular o que diria a ele quando entrou na recepção um homem alto, forte, com as feições orientais e mãos grandes, vestido todo de branco. Na hora, meu alerta acendeu: ´ele pode resolver meu problema´.

Ele entrou atrás do balcão e foi olhar no caderno à frente do recepcionista. Eu me aproximei, tentando não olhar fixamente os bíceps do homem de branco, e comecei: ´Oi... Eu queria saber se tem algum horário pra fazer uma massagem...´ e aí o telefone tocou. O gatão de branco sorriu, com dentes branquíssimos, pro recepcionista enquanto o rapaz prosseguiu: ´Que tipo? A senhora já conhece nosso Day Spa?´. Comecei a explicar que havia dado um mau jeito durante o banho quando o samurai que pedi a Deus voltou. ´Eu posso atender você, era a cliente de agora dizendo que está presa no trânsito...´, disse ele, enquanto saía de trás do balcão sorrindo pra mim e apontando para o corredor.

Fui flutuando até a sala (na medida do possível pro meu corpinho temporariamente danificado). Senti que ele me media com os olhos enquanto dizia pra eu entrar na terceira porta à direita. Era uma sala comum de massagem. Uma maca, tudo muito branco, decoração em tons pastéis, cheirinho de lavanda, um balcão, um cabideiro. Ele me deixou sozinha na sala, dizendo pra eu ficar a vontade e deitar na maca de bruços, que ele já voltava.

Bom, ficar a vontade é um termo bem amplo e eu decidi que iria testar o limite do aceitável. Tirei a jaqueta, o par de botas, a blusinha, a legging, as meias e deitei na maca só de calcinha preta rendada. Com o máximo do meu pudor, tapei só o bumbum com a toalha que havia em cima do balcão. Pareceu ensaiado, pois foi só eu encaixar a cabeça no buraco da maca que ele entrou.

Ouvi que ele abriu a portau, demorou um pouco pra fazer qualquer movimento e, em seguida, a fechou de súbito. Vi seus passos excitantes se aproximando da maca enquanto soltava um suspiro profundo. ´Bom... é... onde você, digo, a senhora disse que estava com dor mesmo?´, ele perguntou com a voz um pouco trêmula. ´Bem aqui nessa região´, eu respondi apontando pra área um pouco acima da minha bunda, e continuei ´mas se você puder massagear todo o resto também, eu agradeço. Estou tendo um dia péssimo...´. ´Sim, claro. Como é seu nome pra eu colocar aqui na ficha?´, ´Stephany, com ph e y´, ´Certo, Stephany, meu nome é Márcio... Você prefere que seja forte ou fraco? Digo, a massagem forte ou fraca?´. ´Pode me apertar com vontade, Márcio´. Ele soltou um ok animado e senti suas mãos quentes, grandes e fortes apertando meu pé direito. 

 Ele começou apertando a planta do pés de maneira firme e forte, com as mãos levemente oleosas. Eu comecei a ficar toda mole. Ele massageou meus dedinhos do pé e meu tornozelo antes de ir para o outro pé. Senti a mão dele ficando mais quente à medida que ele me massageava. Da minha parte, não pude evitar ansiar pelo toque dele em outras partes do meu corpo. Depois de devidamente massageados os pés, ele subiu suas atenções para as panturrilhas e coxas. Seus primeiros movimentos nas minhas pernas foram uma delícia. Me apalpando com vontade, fazendo movimento circulares, pra cima e pra baixo, no limite da toalha. Eu respirava mais fundo cada vez que suas mãos se aproximavam da dobra do meu bumbum. Que mãos que esse homem tinha! Quando achei que era a vez do bumbumzinho, ele veio me massagear os ombros.

Eu via seus pés pelo buraco da maca e sentia as mãos dele apertando meus ombros, meu pescoço, depois os ombros de novo e mais para os meios das costas. Estava muito gostoso e tive uma vontade louca de retribuir apertando ele também. Fiquei em dúvida e, enquanto pensava se devia ou não, retraí as mãos e ele parou: ´Está tudo bem, Stephany? Dói em algum outro lugar?´. ´Não, Marcio, tá ótimo...´, respondi quase num suspiro. Ele, então, começou a massagear meu couro cabeludo. Fui aos céus! Sentir aquelas mãos grandes no meu crânio, massageando, mexendo nos meus cabelos, foi hipnótico. Fiquei toda arrepiada, da cabeça aos pés, e dei uma geminidinha baixa, mas tive certeza de que ele ouviu pelos movimentos que ele passou a fazer depois disso.

Ele saiu da ponta da maca e veio parar ao meu lado, na altura onde estava a minha dor. Minha mão estava apertando a beirada da mesa e, ao mesmo tempo que senti aos mãos quentes dele apalpando a região que doía, algo tocou meus dedos. Era o tecido da calça dele, roçando na minha mão. Ele deu leves apertadas na minha lombar, perguntando onde doía e eu mal conseguia me concentrar no que ele estava fazendo em mim quando sentia que ele aproximava ainda mais a sua virilha da minha mão. Respondi com gemidos mais ou menos fortes às perguntas dele e abri minha mão, com a palma pra cima, tentando decifrar o que ele faria com ela ali, pronta pra receber o que ele quisesse colocar nela.

Márcio colocou as pernas ao redor da minha mão e eu peguei nas suas bolas. Pude sentir que ele já estava um pouco duro, mas continuou me massageando da mesma maneira, mesmo quando eu comecei a massageá-lo também. Com a outra mão livre, puxei a toalha pro chão e ele pode ver meu bumbum, apenas com a calcinha fio dental preta, todinho pra ele. A massagem que eu estava recebendo foi interrompida por alguns poucos segundos e recomeçou nas minhas nádegas. Eu, agora, buscava fazer o meu melhor por cima da calça dele, sem sair da posição que estava.

Depois de apertar meu bumbum com as mãos, foi a vez da boca dele me massagear. Ele beijou delicadamente uma nádega, depois a outra. Passou a língua por uma dobrinha, depois a outra. Eu ofegava alto, aguardando ansiosamente por cada novo beijo dele. A língua dele passou a percorrer mais embaixo, tentando alcançar a virilha. Eu abri levemente a perna, ele puxou o fio da minha calcinha pro lado e colocou sua língua o mais fundo que conseguiu. Dei um gemido forte e ele disse ´shhhhh! não se mexa!´ ao mesmo tempo que parou a massagem. Achei que a sessão acabaria ali, mas ouvi barulho da chave sendo virada na fechadura.

Senti a respiração dele no meio das minhas coxas de novo, se aproximando do bumbum e não consegui evitar de empiná-lo um pouquinho enquanto ele tirava a minha calcinha. Nessa hora eu já não sentia mais dor nenhuma, só queria sentir ele me lambendo toda com a sua língua macia. Ele entendeu minha linguagem corporal e caiu de boca em mim, com vontade. Sua língua me penetrava, me lambia de cima abaixo, de um lado ao outro. Suas mãos me apertavam e me puxavam em direção à boca. Ficar em cima da maca parada começou a ficar muito difícil e, antes que eu conseguisse mudar de posição, como um ninja, senti-o me penetrando gostoso.

Fiquei de quatro na maca enquanto ele encaixava perfeitamente em mim. Eu estava muito molhada e ele deslizava pra dentro e pra fora, lentamente, com calma. Olhei pra trás enquanto ele me penetrava e vi que ele também estava de joelhos na maca. Ele sorriu e me deu um tapinha na bunda quando meteu mais forte. E de novo mais forte, e de novo. Eu queria gemer alto, gritar, mas só gemia baixinho e me mordia enquanto ele colocava tudo dentro. A maca começou a balançar muito e, com apenas um braço, ele me pegou pela cintura e me puxou pra beirada. Deitei de frente pra ele, com as pernas em seus ombros e ele as abraçou enquanto continuava me penetrando com firmeza. Nem muito rápido, nem muito devagar.

Nessa posição, olhei nos olhos puxados dele, belisquei um dos meus seios com uma mão e coloquei a outra entre as minhas pernas, me masturbando enquanto ele metia. Eu me sentia muito molhada, estava excitada demais e não demorei muito pra ter os meus segundos inconscientes durante o orgasmo. Fechei os olhos e minhas pernas começaram a tremer. Ele me sentiu gozando, meu corpo tenso pelo gozo e começou a penetrar mais forte e mais rápido. Eu o encarava enquanto ele fazia movimentos mais intensos, rápidos, firmes, fortes, sempre entrando mais e mais, até gozar. Quando terminou, ele estava todo vestido, suado, apenas com as calças abaixadas e as mãos apoiadas ao lado do meu corpo. Ele se endireitou, me olhou e sorriu enquanto se arrumava.

Eu sentei na beira da maca e falei: ´Muito relaxante essa sessão, Márcio. Parabéns! Estou me sentindo ótima!´. Ele soltou uma risada gostosa e respondeu: ´Não conta pra ninguém, porque esse tipo é exclusividade pra você, Stephany...´

Agradeci com um sorriso e comecei a me vestir também. Ele ficou quieto, encostado no balcão, observando eu colocar minhas roupas. Quando terminei, ele me entregou a ficha: ´Você sabe que se eu não cobrar o recepcionista vai ficar muito desconfiado, né?´. ´Sei, sim´, respondi. ´Mas ó, pega meu cartão e me liga, que eu te faço uma massagem mais especial ainda, a domicílio´. Agradeci com um sorriso, beijei seus lábios finos e fui embora relaxada e feliz.





Stephany



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